tozé

dot name!

If you’re twenty-two, physically fit, hungry to learn and be better, I urge you to travel— as far and as widely as possible. Sleep on floors if you have to. Find out how other people live and eat and cook. Learn from them— wherever you go.

— Anthony Bourdain, Medium Raw

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My grandfather used to say: “Life is astonishingly short. Now, in my memory, it is so compressed that I can hardly understand, for example, how a young person can decide to ride to the next village without being afraid that—apart from accidents—even the time allotted to a normal, happy life is far too short for such a journey.

—Franz Kafka, ‘The Next Village’. This is the entire text of the story. It’s really a fragment rescued by his friend Max Brod, but like many of these it’s usually published on its own. As a paragraph in a larger work it could be funny; as a standalone piece it is haunting. (via mrgan)

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Lunch!

Lunch!

há duas semanas estávamos na mesma a apanhar sol, desta vez mais perto do mar, agora no Penedo Furado. É melhor um bocadinho que a Lagoa, que serve bem quando é preciso ficar de molho e há pouco tempo, mas o Penedo é melhor. É mais longe da estrada, das pessoas (tivemos que escalar para chegar aqui), e desta vez em vez de pão com chouriço meio seco há sandes com pão de azeitonas fresco e salgados variados. Isto acompanha-nos tudo num saquinho térmico, dois cães (e um terceiro adoptado pelo caminho), protector solar e água. O Penedo também tem uma coisa que a Lagoa não tem, e que me faz falta sempre que estou de molho e não estou na praia: o barulho da água, a cair, a escorrer, a fazer as vezes das ondas na areia. Se fosse mais confortável era altamente para ler. Assim, como só há cantinhos planos aqui e acolá na pedra (o que irrita solenemente os cães), dá para sentar e contemplar. Empurramos as sandes com água em vez de fanta de uva, encontramos o caminho mais fácil de volta, conduzimos os cento e pico kilómetros de volta - a cantar britney para não adormecer - para vir para casa vegetar com o fringe (duas Olivias), antes de ir encher a cara no rodízio de pizza.

há duas semanas estávamos na mesma a apanhar sol, desta vez mais perto do mar, agora no Penedo Furado. É melhor um bocadinho que a Lagoa, que serve bem quando é preciso ficar de molho e há pouco tempo, mas o Penedo é melhor. É mais longe da estrada, das pessoas (tivemos que escalar para chegar aqui), e desta vez em vez de pão com chouriço meio seco há sandes com pão de azeitonas fresco e salgados variados. Isto acompanha-nos tudo num saquinho térmico, dois cães (e um terceiro adoptado pelo caminho), protector solar e água. O Penedo também tem uma coisa que a Lagoa não tem, e que me faz falta sempre que estou de molho e não estou na praia: o barulho da água, a cair, a escorrer, a fazer as vezes das ondas na areia. Se fosse mais confortável era altamente para ler. Assim, como só há cantinhos planos aqui e acolá na pedra (o que irrita solenemente os cães), dá para sentar e contemplar. Empurramos as sandes com água em vez de fanta de uva, encontramos o caminho mais fácil de volta, conduzimos os cento e pico kilómetros de volta - a cantar britney para não adormecer - para vir para casa vegetar com o fringe (duas Olivias), antes de ir encher a cara no rodízio de pizza.

Vista pastoreal da Ervedeira.

Vista pastoreal da Ervedeira.